Esta sancha,ou pinheira,"Lactarius deliciosos",apareceu junto de um medronheiro,é gigante,está lá uma de tamanho usual para se poder apreciar a diferença.
Aqui na posição normal.
Deu um excelente petisco.
* *
Ora aí está o alívio fiscal que esta cambada propõe.
Não será altura de os aliviar a eles?
Depois de um assalto,sob o nome de orçamento de estado,o país está de luto,não,ainda não é por eles.
A luta permanente é o único caminho.Vamos a ela sempre.
Aí está um excelente tratamento.
Tratamento moçambicano para enxaqueca por davidssantana no Videolog.tv.
Parece que o desgoverno anda todo com enxaquecas,há muito.
Vamos todos tratá-lo.
mário
Post scriptum:
Lá os senhoritos que mandam nestas coisas já me deixaram pôr uns retratos,parece que têm densidade a mais,dizem,têm de ser reduzidos,assim uma espécie de emagrecimento forçado e pobreza imposta.Estão a tentar adaptarem-se ao país.
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
domingo, 25 de novembro de 2012
GAZA-OUTRA VISÃO
E,COMO CONTINUO SEM PODER COLOCAR FOTOS,DEIXO UM TEXTO,MUITO INTERESSANTE,DE UM JORNALISTA ISRAELITA:
Todos os dias, de facto em cada momento, esta meta-narrativa permite a Israel acrescentar outro elo à cadeia de expropriação de uma nação tão antiga como o próprio Estado, enquanto ao mesmo tempo se oculta o facto de que um fio condutor se estende desde 1948, quando negaram aos refugiados palestinianos o regresso aos seus lares, a expulsão actual dos beduínos do deserto do Negev no início dos anos 1950, a expulsão actual dos beduínos do vale do Jordão, fazendas para os judeus no Negev, a discriminação nos orçamentos de Israel e os disparos contra os pescadores de Gaza para evitar que ganhem a vida de forma respeitável. Milhões destes fios contínuos podem ligar-se desde 1948 até ao presente. Este é o tecido da vida da nação palestiniana, tão isolada como está na solidão das suas diversas fronteiras. Assim é o tecido da vida dos cidadãos palestinianos de Israel e dos que vivem das suas terras de exílio.
Mas estes fios não são toda a trama da vida. A resistência aos fios que nós, israelitas, fazemos girar indefinidamente, também é parte da vida dos palestinianos. O significado da palavra resistência degradou-se para lhe dar o sentido de uma competência muito masculina, na qual os mísseis alvejarão zonas muito afastadas (uma competência entre as organizações palestinianas, e entre eles próprios e o exército israelita regular). Isto não invalida o facto de que, na essência, a resistência à injustiça inerente ao domínio israelita é uma parte inseparável da vida quotidiana dos palestinianos.
Os ministérios do Exterior e do Desenvolvimento no ocidente e nos Estados Unidos colaboram com maldade na representação enganadora de Israel como vítima, seja porque em cada semana se recebem relatos dos seus representantes na Margem Ocidental e na Faixa de Gaza sobre mais um elo que se juntou à cadeia de expropriação e opressão que Israel impõe, ou porque os seus próprios contribuintes “põem dinheiro para alguns dos desastres humanitários, grandes e pequenos, infligidos por Israel”.
Em 8 de Novembro, dois dias antes do ataque ao mais santo dos santos – os soldados de um exército num jipe – esses contribuintes poderiam ter lido que os soldados israelitas tinham matado Ahmad Abu Daqqa, de 13 anos, que estava a jogar futebol com os seus amigos na aldeia de Abassan, a leste de Khan Yunis. Os soldados estavam a 1,5 quilómetro das crianças, dentro da zona da Faixa de Gaza, ocupados a “expor” (palavra para branquear outra, destruir) as terras agrícolas. Então, por que não começar a contar a escalada de agressão com a morte da criança? Em 10 de Novembro, depois do ataque ao jipe, o exército israelita matou outros quatro civis de 16 e 19 anos.
Rebolar-se na ignorância
Os líderes de ocidente podiam saber que antes do treino do exército de Israel na semana passada, dezenas de famílias beduínas do vale do Jordão foram obrigadas e evacuar os seus lares. Como é curioso que os treinos do exército israelita sempre tenham de fazer-se nos lugares onde vivem os beduínos e não onde estão os colonos israelitas, e que isso constitua uma razão para os expulsar! Outra razão. Outra expulsão. Os líderes ocidentais também poderiam ter sabido, baseando-se no artigo a cores em papel cromo ao qual se referem as finanças dos seus países, que desde o início de 2012, Israel destruiu 569 edifícios e estruturas palestinianas, incluindo poços de água e 178 casas. No total, 1014 pessoas viram-se afectadas pelas demolições.
Não ouvimos as massas de Telavive nem os residentes das zonas do sul avisar os administradores do Estado sobre as implicações desta destruição sobre a população civil. Os israelitas rebolam-se alegremente na sua ignorância. Esta informação e a de outros factos semelhantes estão disponíveis e acessíveis a qualquer pessoa realmente interessada. Mas os israelitas optam por não saber. Esta ignorância voluntária é uma pedra angular da construção do sentimento de vitimização de Israel. Mas a ignorância é ignorância: o facto de que os israelitas não querem saber o que estão a fazer como potência ocupante não nega os seus actos nem a resistência palestiniana.
Em 1993, os palestinianos deram a Israel um presente, uma oportunidade dourada para cortar a trama dos fios que atam 1948 ao presente, de abandonar as características do país de pilhagem colonial, e juntos planear um futuro diferente para os dois povos da região. A geração palestiniana que aceitou os Acordos de Oslo (cheios de trampas introduzidas por advogados israelitas inteligentes) é a geração que conheceu uma multifacetada, até normal, sociedade israelita que permitiu a ocupação de 1967 (com o fim de conseguir mão-de-obra barata) com uma liberdade de movimentos quase completa. Os palestinianos chegaram a um acordo sobre a base das suas reivindicações mínimas. Um dos pilares destas exigências mínimas definia a Faixa de Gaza e a Cisjordânia como uma entidade territorial única.
Mas, uma vez iniciada a aplicação de Oslo, sistematicamente Israel fez todo o possível para que a Faixa de Gaza se convertesse numa entidade independente, desligada, no quadro da insistência de Israel em manter e ampliar a trama de 1948. Desde o surgimento do Hamas, fez todo o possível para apoiar a versão que o Hamas prefere: que a Faixa de Gaza é uma entidade política separada onde não há ocupação. Se isto é assim, por que não ver as coisas da seguinte maneira: como entidade política independente, qualquer incursão no território de Gaza é uma violação da sua soberania e Israel faz isso constantemente. Por acaso o governo do Estado de Gaza não tem o direito de responder, devolver, ou pelo menos o direito masculino – um gémeo do direito masculino do exército israelita – de assustar os israelitas como eles fazem com os palestinianos?
Mas Gaza não é um Estado. Gaza está sob a ocupação israelita, apesar de todas as acrobacias verbais tanto do Hamas como de Israel. Os palestinianos que vivem lá são parte de um povo cujo ADN contém a resistência à opressão.
Na Cisjordânia, os activistas palestinianos tentam desenvolver um tipo de resistência diferente da resistência armada masculina. Mas o exército israelita destrói toda a resistência popular com zelo e determinação. Não temos ouvido falar dos resistentes de Telavive e das zonas do sul queixarem-se da simetria de dissuasão que o exército israelita está a construir contra a população civil palestiniana.
E assim mais uma vez Israel oferece mais razões a mais jovens palestinianos, para os quais Israel é uma sociedade anormal de exércitos e colonos, para concluir que a única resistência racional é o sangue derramado e o contraterrorismo. E assim todos os escalões da opressão israelita e toda a ignorância da existência da opressão israelita nos arrasta pela encosta abaixo da ladeira da competência masculina.
Fonte original: http://www.haaretz.com/news/features/israel-s-right-to-self-defense-a-tremendous-propaganda-victory.premium-1.478913
Aproveitem,por favor,para ler ao serão,
mário
O "direito à
autodefesa", uma tremenda vitória da propaganda israelita
Amira
Hass (Nota: jornalista israelita)
Haaretz
(Nota: jornal, dito de referência, israelita)
Com o
apoio à ofensiva
de Israel em Gaza, os
líderes ocidentais
deram carta branca aos israelitas para eles fazerem o que melhor sabem fazer:
rebolar-se na sua vitimização e ignorar o sofrimento palestiniano.
Uma das tremendas
vitórias da propaganda de Israel é a de o terem aceitado como vítima dos
palestinianos, tanto na opinião pública israelita com na dos líderes ocidentais
que se apressam em falar do direito de Israel a defender-se. A propaganda é tão
eficaz que só os mísseis artesanais palestinianos no sul de Israel, e agora em
Telavive, contam na ronda das hostilidades. Os mísseis artesanais, ou os danos
no que é mais sagrado – um jipe militar – estão sempre como ponto de partida, e
junto à aterradora sirene, como tirada de um filme da Segunda Guerra Mundial,
constroem a meta-narrativa da vítima que tem o direito a defender-se.Todos os dias, de facto em cada momento, esta meta-narrativa permite a Israel acrescentar outro elo à cadeia de expropriação de uma nação tão antiga como o próprio Estado, enquanto ao mesmo tempo se oculta o facto de que um fio condutor se estende desde 1948, quando negaram aos refugiados palestinianos o regresso aos seus lares, a expulsão actual dos beduínos do deserto do Negev no início dos anos 1950, a expulsão actual dos beduínos do vale do Jordão, fazendas para os judeus no Negev, a discriminação nos orçamentos de Israel e os disparos contra os pescadores de Gaza para evitar que ganhem a vida de forma respeitável. Milhões destes fios contínuos podem ligar-se desde 1948 até ao presente. Este é o tecido da vida da nação palestiniana, tão isolada como está na solidão das suas diversas fronteiras. Assim é o tecido da vida dos cidadãos palestinianos de Israel e dos que vivem das suas terras de exílio.
Mas estes fios não são toda a trama da vida. A resistência aos fios que nós, israelitas, fazemos girar indefinidamente, também é parte da vida dos palestinianos. O significado da palavra resistência degradou-se para lhe dar o sentido de uma competência muito masculina, na qual os mísseis alvejarão zonas muito afastadas (uma competência entre as organizações palestinianas, e entre eles próprios e o exército israelita regular). Isto não invalida o facto de que, na essência, a resistência à injustiça inerente ao domínio israelita é uma parte inseparável da vida quotidiana dos palestinianos.
Os ministérios do Exterior e do Desenvolvimento no ocidente e nos Estados Unidos colaboram com maldade na representação enganadora de Israel como vítima, seja porque em cada semana se recebem relatos dos seus representantes na Margem Ocidental e na Faixa de Gaza sobre mais um elo que se juntou à cadeia de expropriação e opressão que Israel impõe, ou porque os seus próprios contribuintes “põem dinheiro para alguns dos desastres humanitários, grandes e pequenos, infligidos por Israel”.
Em 8 de Novembro, dois dias antes do ataque ao mais santo dos santos – os soldados de um exército num jipe – esses contribuintes poderiam ter lido que os soldados israelitas tinham matado Ahmad Abu Daqqa, de 13 anos, que estava a jogar futebol com os seus amigos na aldeia de Abassan, a leste de Khan Yunis. Os soldados estavam a 1,5 quilómetro das crianças, dentro da zona da Faixa de Gaza, ocupados a “expor” (palavra para branquear outra, destruir) as terras agrícolas. Então, por que não começar a contar a escalada de agressão com a morte da criança? Em 10 de Novembro, depois do ataque ao jipe, o exército israelita matou outros quatro civis de 16 e 19 anos.
Rebolar-se na ignorância
Os líderes de ocidente podiam saber que antes do treino do exército de Israel na semana passada, dezenas de famílias beduínas do vale do Jordão foram obrigadas e evacuar os seus lares. Como é curioso que os treinos do exército israelita sempre tenham de fazer-se nos lugares onde vivem os beduínos e não onde estão os colonos israelitas, e que isso constitua uma razão para os expulsar! Outra razão. Outra expulsão. Os líderes ocidentais também poderiam ter sabido, baseando-se no artigo a cores em papel cromo ao qual se referem as finanças dos seus países, que desde o início de 2012, Israel destruiu 569 edifícios e estruturas palestinianas, incluindo poços de água e 178 casas. No total, 1014 pessoas viram-se afectadas pelas demolições.
Não ouvimos as massas de Telavive nem os residentes das zonas do sul avisar os administradores do Estado sobre as implicações desta destruição sobre a população civil. Os israelitas rebolam-se alegremente na sua ignorância. Esta informação e a de outros factos semelhantes estão disponíveis e acessíveis a qualquer pessoa realmente interessada. Mas os israelitas optam por não saber. Esta ignorância voluntária é uma pedra angular da construção do sentimento de vitimização de Israel. Mas a ignorância é ignorância: o facto de que os israelitas não querem saber o que estão a fazer como potência ocupante não nega os seus actos nem a resistência palestiniana.
Em 1993, os palestinianos deram a Israel um presente, uma oportunidade dourada para cortar a trama dos fios que atam 1948 ao presente, de abandonar as características do país de pilhagem colonial, e juntos planear um futuro diferente para os dois povos da região. A geração palestiniana que aceitou os Acordos de Oslo (cheios de trampas introduzidas por advogados israelitas inteligentes) é a geração que conheceu uma multifacetada, até normal, sociedade israelita que permitiu a ocupação de 1967 (com o fim de conseguir mão-de-obra barata) com uma liberdade de movimentos quase completa. Os palestinianos chegaram a um acordo sobre a base das suas reivindicações mínimas. Um dos pilares destas exigências mínimas definia a Faixa de Gaza e a Cisjordânia como uma entidade territorial única.
Mas, uma vez iniciada a aplicação de Oslo, sistematicamente Israel fez todo o possível para que a Faixa de Gaza se convertesse numa entidade independente, desligada, no quadro da insistência de Israel em manter e ampliar a trama de 1948. Desde o surgimento do Hamas, fez todo o possível para apoiar a versão que o Hamas prefere: que a Faixa de Gaza é uma entidade política separada onde não há ocupação. Se isto é assim, por que não ver as coisas da seguinte maneira: como entidade política independente, qualquer incursão no território de Gaza é uma violação da sua soberania e Israel faz isso constantemente. Por acaso o governo do Estado de Gaza não tem o direito de responder, devolver, ou pelo menos o direito masculino – um gémeo do direito masculino do exército israelita – de assustar os israelitas como eles fazem com os palestinianos?
Mas Gaza não é um Estado. Gaza está sob a ocupação israelita, apesar de todas as acrobacias verbais tanto do Hamas como de Israel. Os palestinianos que vivem lá são parte de um povo cujo ADN contém a resistência à opressão.
Na Cisjordânia, os activistas palestinianos tentam desenvolver um tipo de resistência diferente da resistência armada masculina. Mas o exército israelita destrói toda a resistência popular com zelo e determinação. Não temos ouvido falar dos resistentes de Telavive e das zonas do sul queixarem-se da simetria de dissuasão que o exército israelita está a construir contra a população civil palestiniana.
E assim mais uma vez Israel oferece mais razões a mais jovens palestinianos, para os quais Israel é uma sociedade anormal de exércitos e colonos, para concluir que a única resistência racional é o sangue derramado e o contraterrorismo. E assim todos os escalões da opressão israelita e toda a ignorância da existência da opressão israelita nos arrasta pela encosta abaixo da ladeira da competência masculina.
Fonte original: http://www.haaretz.com/news/features/israel-s-right-to-self-defense-a-tremendous-propaganda-victory.premium-1.478913
Aproveitem,por favor,para ler ao serão,
mário
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
NET E GAZA
POR QUALQUER RAZÃO,AINDA NÃO IDENTIFICADA,NÃO CONSIGO PUBLICAR AQUI FOTOGRAFIAS.
ESPERO QUE O PROBLEMA SEJA RESOLVIDO EM BREVE.
ISSO NÃO ME IMPEDE DE PUBLICAR ESTE TEXTO:
ESPERO QUE O PROBLEMA SEJA RESOLVIDO EM BREVE.
ISSO NÃO ME IMPEDE DE PUBLICAR ESTE TEXTO:
Ahora por la justicia para nuestros niños mártires palestinos
Israel cae derrotada ante el pueblo palestino
El líder defensor de derechos humanos islámicos Faisal Sergio Tapia, presidente fundador del Comité Internacional de Derechos Humanos Islámicos en declaraciones a la prensa, señaló que el alto al fuego que Israel pidió es la victoria del pueblo palestino, de la resistencia palestina sobre el criminal estado sionista, ahora debemos exigir justicia para nuestros mártires palestinos, para nuestros niños mártires de Gaza.
Un verdadero triunfo sobre el ejército de ocupación israelí y la entidad sionista ha logrado la resistencia palestina, un alto al fuego el cual no hay que confiarse, porque es un estado terrorista el que promete continuar con el bloqueo criminal contra Gaza, y levantarse una mañana y seguir con el genocidio contra Gaza, y desde ya sigue reprimiendo, torturando y asesinando al pueblo palestino en los demás territorios ocupados.
El pensamiento del sionismo y del ejército de ocupación lo formula en su maxima expresión el hijo de ex primer ministro israelí, Ariel Sharon, quien afirmó que el régimen de Tel Aviv “debe aplastar toda Gaza” de la misma manera que los Estados Unidos destruyó la ciudad japonesa de Hiroshima, con el bombardeo nuclear en 1945.
“Tenemos que aplastar barrios enteros de Gaza. Aplastar toda Gaza. Los estadounidenses no se detuvieron en Hiroshima – los japoneses no se rindieron lo suficientemente rápido, por eso Nagasaki fue arrasada también”; los palestinos que viven en el territorio sitiado “no son inocentes” y que los verdaderos inocentes son los israelíes que viven en el territorio ocupado palestino.
El Comité Internacional de Derechos Humanos Islámicos Faisal Sergio Tapia, denuncia y quiere llevar a la justicia internacional y a los organismos internacionales los crimenes del estado sionista contra la poblacion palestina, contra los niños palestinos, en memoria de nuestros mártires palestinos.
Un verdadero triunfo sobre el ejército de ocupación israelí y la entidad sionista ha logrado la resistencia palestina, un alto al fuego el cual no hay que confiarse, porque es un estado terrorista el que promete continuar con el bloqueo criminal contra Gaza, y levantarse una mañana y seguir con el genocidio contra Gaza, y desde ya sigue reprimiendo, torturando y asesinando al pueblo palestino en los demás territorios ocupados.
El pensamiento del sionismo y del ejército de ocupación lo formula en su maxima expresión el hijo de ex primer ministro israelí, Ariel Sharon, quien afirmó que el régimen de Tel Aviv “debe aplastar toda Gaza” de la misma manera que los Estados Unidos destruyó la ciudad japonesa de Hiroshima, con el bombardeo nuclear en 1945.
“Tenemos que aplastar barrios enteros de Gaza. Aplastar toda Gaza. Los estadounidenses no se detuvieron en Hiroshima – los japoneses no se rindieron lo suficientemente rápido, por eso Nagasaki fue arrasada también”; los palestinos que viven en el territorio sitiado “no son inocentes” y que los verdaderos inocentes son los israelíes que viven en el territorio ocupado palestino.
El Comité Internacional de Derechos Humanos Islámicos Faisal Sergio Tapia, denuncia y quiere llevar a la justicia internacional y a los organismos internacionales los crimenes del estado sionista contra la poblacion palestina, contra los niños palestinos, en memoria de nuestros mártires palestinos.
E OUTROS QUE VEJA A ACHAR CONVENIENTES.
mário
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
PARA LÁ DO IMAGINÁVEL
VEJAM ESTA MONSTRUOSIDADE
NÃO HÁ PALAVRAS QUE POSSAM REPUDIAR SUFICIENTEMENTE SEMELHANTE ATITUDE.
ESTES MONSTROS NAZIS REGREDIRAM ATÉ ÀS ARENAS ROMANAS.
NÃO TÍNHAMOS DENUNCIADO UM ABOMINÁVEL PROGRAMA TURÍSTICO,INCLUÍA ENSINAR A MATAR TERRORISTAS-O ALVO ERAM PALESTINIANOS,PARA NÃO DAR PUBLICIDADE A SEMELHANTE BARBÁRIE.
ATÉ ONDE IRÃO ESTES SERES DESPREZÍVEIS?
mário
terça-feira, 20 de novembro de 2012
ALMIRANTE-VERMELHO
Aparece sempre por esta altura do ano,já desgastado mas resistente e com vontade de lutar não fora vermelho.
Ainda dizem que a história não se repete,se não são os bandalhos são os filhos ou os netos.
mário
Ainda dizem que a história não se repete,se não são os bandalhos são os filhos ou os netos.
mário
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
DESASSOSSEGO
Expectante e desassossegado este Pisco-de-peito-ruivo.
O Chapim-real parece assustado.
Os senhores da caça continuam por aí e,com o poder de adivinhação obtido ao longo de tantos anos de infracções,sabem que ao fim do dia,depois do pôr-do-Sol,não serão fiscalizados,podem fazer e andar por onde quiserem.
Tal como muitos dos responsáveis esta Alvéola espana a água do capote.
* *
mário
O Chapim-real parece assustado.
Os senhores da caça continuam por aí e,com o poder de adivinhação obtido ao longo de tantos anos de infracções,sabem que ao fim do dia,depois do pôr-do-Sol,não serão fiscalizados,podem fazer e andar por onde quiserem.
Tal como muitos dos responsáveis esta Alvéola espana a água do capote.
* *
CONTINUAM OS CRIMES EM GAZA.
Até quando vai,a diligente classe política apoiante quando tem interesses no roubo,no saque,na pirataria,fingir que não vê as crianças mortas,fingir que não ouve os gritos desesperados das mães?mário
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