sábado, 1 de junho de 2013

APRESENTAÇÃO DA CANDIDATURA CDU



Boa tarde a todos,muito obrigado por terem vindo.

É costume começar por justificar a razão da candidatura,penso,como sempre pensei,não ser necessária razão especial para a intervenção cívica,é dever de todos.
Mas,se razões fossem necessárias:
O país,em geral,a Guarda em particular,definham sob o peso de uma política opressora,exploradora do povo e dos trabalhadores,dirigida para favorecer o capital e espezinhar as pessoas em geral e os mais humildes em particular.
Ou concordamos,ou lutamos.
Sempre estive do lado da luta.
Aceitei candidatar-me à Câmara Municipal da Guarda,apoiado por uma equipa coesa,dinâmica,consciente,lúcida e capaz porque:
Conheço bem a Guarda,e o concelho,sinto os seus problemas,contacto diariamente com as dificuldades,a miséria,o desespero e a vontade de uma vida melhor,digna,das populações;
Temos soluções,projectos,ideias novas,vontade e capacidade,com provas dadas,para resolver as situações.

O desemprego varre a cidade e o concelho,o comércio,as pequenas e médias empresas fecham,a cidade parece em coma induzido,nada mexe.

Só incentivando a produção se pode ir reduzindo o flagelo.
“Se o campo não planta a cidade não janta”,diz o povo e bem.
Pois há que plantar.
Dar condições a quem planta e produz para vender os seus produtos,sem exigências exageradas e absurdas;
Uma central de recepção da produção regional (tantas instalações,com capacidade para tal,às moscas,a degradarem-se e a cair aos bocados) e melhores condições do Mercado Municipal,são um bom princípio.
Estipular contrapartidas e uma cota de produtos locais e regionais,às ditas grandes superfícies.
Incentivos às raças,e sementes autóctones.
Promoção da agricultura biológica.A Maunça pode ser um bom ponto de partida para a necessária formação.
As cantinas do Estado devem dar o exemplo.

Os incentivos à instalação de investidores devem estar acompanhados de um rigoroso caderno de encargos,tendo como preocupação primeira a manutenção de emprego digno.

A Câmara deve estar ao serviço da população e não ser um entrave ao desenvolvimento.Deve prestar serviços,a preços moderados,em áreas onde tem pessoal e capacidade.
O Politécnico tem de ser integrado e chamado à cidade,como elemento dinamizador e não mantê-lo à distância e isolado.Recuperar a parte velha para alojamento,também,dos estudantes protocolados dos PALOP,e não só.
A integração da cidade,com ligação dos vários bairros,e freguesias de todo o concelho,por transportes colectivos eficientes e com horários adequados às necessidades de mobilidade de toda a população,bem como percursos pedonais,sempre que possível pelas hortas urbanas.Algumas ciclo vias onde ainda é possível.
Por falar em hortas urbanas,promovê-las,ampará-las e incentivá-las,em vez de se sentirem ameaçadas pelo betão e alcatrão.

Consolidar o património evitando a sua total degradação.


Desenvolver e aproveitar as capacidades únicas da paisagem do concelho,com especial atenção para
 o Parque Natural da Serra da Estrela.
Alargamento da área do parque natural voltando a nele integrar a Barragem do Caldeirão,para melhor se poder preservar a qualidade da água que usamos.

Lutar pela manutenção das freguesias,criando incentivos à instalação,jovem e sénior,no mundo rural.
Criar e dinamizar roteiros,percursos,bem sinalizados e com informação adequada.
Promover,incentivar e divulgar a produção artezanal e familiar.
Incentivar a recuperação da típica construção rural.

A cidade não progride sem o campo e o campo não sobrevive sem a cidade.

Criar uma estrutura pública para o ensino especialisado das artes,nela associando algumas iniciativas já existentes,aproveitando o ex-Hotel de Turismo.

Um coreto/palco,enquanto não for possível construir a praça do teatro ,para exibições de música popular,espectáculos de rua e para servir também de tribuna pública aberta a todos os cidadãos e todos os assuntos,com inteira e total liberdade.

Abrir a cidade à dita Cultura Alternativa.

Queremos uma cidade alegre,viva,saudável,de todos e para todos.

Estimular,com todo o apoio possível,o Teatro Municipal da Guarda para que seja a casa de todos os artistas,a começar pelos da Guarda e do conselho,e de todo o povo.
O nosso teatro municipal deve ser a génese,tem de ser a génese,de todo o desenvolvimento.

Saneamento financeiro.
Há dinheiro,não há dinheiro?
A falta ou abundância do dito não pode ser desculpa para o marasmo e retrocesso civilizacional.
Claro que há dinheiro,se for bem gerido e bem utilizado.
Exigir do poder central o cumprimento das suas obrigações,não pode haver transferência só de competências.
Negociar a dívida escalonando-a de forma a aliviar o garrote,para poder dar à cidade qualidade de vida.

Incentivar,motivar e apoiar uma comunicação social mais interventiva,aguerrida,recuperando o estatuto de intelectualidade avançada que sempre teve.

Começando nesse caminho,estou à vossa disposição e conto convosco para divulgar o nosso programa,as nossas ideias,os nossos projectos,as nossas iniciativas.

Viva a Guarda e o concelho.
Viva a CDU.

Viva Portugal.

mário

segunda-feira, 27 de maio de 2013

domingo, 26 de maio de 2013

CHEIRO A BICHO MORTO

 UM MAR DE GENTE

TAMBÉM DA GUARDA
DEMITAM-SE
NINGUÉM RESPONDEU
NÃO ADMIRA
ALI POR BELÉM
ERA UM CHEIRO NAUSEABUNDO
A BICHO MORTO.

mário

sexta-feira, 24 de maio de 2013

INQUISIÇÃO




NA SEQUÊNCIA
DE ONTEM
JÁ NEM,
POIS,ISSO,
UTILIZANDO TODO O VERNÁCULO,
CONSIGO EXPRESSAR
A ...
A ...

QUE PORRA É ESTA?


NÃO DEIXEM DE LER.


AMANHÃ,
JÁ SÓ VAI A MAL.

mário

quinta-feira, 23 de maio de 2013

NEM RACISMO,NEM XENOFOBIA


POR AQUI,NEM RACISMO,

NEM XENOFOBIA.

ATENÇÃO:
http://www.rebelion.org/noticia.php?id=168605

ESTA É UMA NOTÍCIA PARA NOS ALERTAR,
OU ACTUAMOS AGORA OU,
QUANDO NOS VIEREM BUSCAR A NÓS,
NÃO HAVERÁ NINGUÉM PARA NOS DEFENDER.

LÁ,COMO CÁ,
A JUSTIÇA,
UMAS VEZES ESTÁ DE FÉRIAS,
 OUTRAS VEZES TROPEÇA.
JÁ AGORA,
UMA CARTA ,
VALE A PENA LER.

Roubada,com a devida vénia,
ao excelente belogue,
"O VENTO QUE PASSA".
http://oventoquepassa.blogspot.pt/2013/05/aos-meus-professores-e-aos-outros_23.html

AINDA É PRECISO MAIS?
ESTAMOS À ESPERA DE QUÊ?

mário

quarta-feira, 22 de maio de 2013

ADEUS

 DENTE-DE-LEÃO
 PAVÃO-DIURNO

São lindos,não são?
Observem-nos enquanto podem.
Os criminosos arrasam tudo.

http://revistaalambique.wordpress.com/2012/12/14/alqueva-transgenico/

Eólicas dentro da REDE NATURA 2000,com uma densidade tal,nada escapa.
Podem também despedir-se das aves,
Onde não há insectos,
Não há aves.
Podem despedir-se de quase tudo.
Ficam os criminosos,
Os venenos,
Os produtores dos outros venenos,
Para fingirem curar os efeitos dos primeiros,
E um monte de esterco,
Sentados em cima da caca do dinheiro.
Tudo à nossa frente,
Com o beneplácito de quem diz defender-nos.
Estamos em guerra,
Ou nós,ou eles.
Povo,
Como vai ser?

VIVA O DIA DA BIODIVERSIDADE,
VAMOS LÁ FINGIR,
OU VAMOS FAZER MESMO?

mário