À CONVERSA COM MÁRCIO FONSECA, AUTOR DE GUARDA, OS PRODUTOS DE CÁ, SOBRE O LIVRO, SOBRE A AGRICULTURA E SOBRE O NOÉMI.
COM O APOIO TÉCNICO DA EXCELENTE E POLIVALENTE JORNALISTA, ANA VARELA.
POR AQUI ESTOU, COM MUITO PRAZER, DE QUINZE EM QUINZE DIAS, À SEXTA-FEIRA, PELAS 11,00 HORAS, COM O PROGRAMA O MUNDO RURAL.
APAREÇAM, COLABOREM, ESTOU À VOSSA DISPOSIÇÃO.
mário
sexta-feira, 3 de abril de 2015
quinta-feira, 2 de abril de 2015
ADAG, Associação dos Agricultores do Distrito da Guarda, RECEBIDA, EM AUDIÊNCIA, NA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA
NA ENTRADA DO PALÁCIO DE BELÉM.
EXPONDO PROBLEMAS, DIFICULDADES E REIVINDICAÇÕES DOS AGRICULTORES À CONSULTORA PARA A AGRICULTURA E PESCAS DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA.
A ADAG, ASSOCIAÇÃO DOS AGRICULTORES DO DISTRITO DA GUARDA, CUMPRINDO COM OS SEUS DEVERES E OBRIGAÇÕES, SOLICITA AUDIÊNCIAS, EXPÕE PROBLEMAS, DIFICULDADES E REIVINDICAÇÕES, SUGERE SOLUÇÕES, DEFENDE A AGRICULTURA FAMILIAR, OS PEQUENOS E MÉDIOS AGRICULTORES, LUTA PELOS AGRICULTORES, PELA AGRICULTURA FAMILIAR, PELA PRODUÇÃO NACIONAL, PELO PAÍS.
ESTÁ, E ESTARÁ, SEMPRE AO LADO DOS AGRICULTORES, ACOMPANHANDO-OS EM PRIMEIRA LINHA, SEJAM QUAIS FOREM AS FORMAS DE LUTA QUE DECIDAM ADOPTAR.
mário
EXPONDO PROBLEMAS, DIFICULDADES E REIVINDICAÇÕES DOS AGRICULTORES À CONSULTORA PARA A AGRICULTURA E PESCAS DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA.
A ADAG, ASSOCIAÇÃO DOS AGRICULTORES DO DISTRITO DA GUARDA, CUMPRINDO COM OS SEUS DEVERES E OBRIGAÇÕES, SOLICITA AUDIÊNCIAS, EXPÕE PROBLEMAS, DIFICULDADES E REIVINDICAÇÕES, SUGERE SOLUÇÕES, DEFENDE A AGRICULTURA FAMILIAR, OS PEQUENOS E MÉDIOS AGRICULTORES, LUTA PELOS AGRICULTORES, PELA AGRICULTURA FAMILIAR, PELA PRODUÇÃO NACIONAL, PELO PAÍS.
ESTÁ, E ESTARÁ, SEMPRE AO LADO DOS AGRICULTORES, ACOMPANHANDO-OS EM PRIMEIRA LINHA, SEJAM QUAIS FOREM AS FORMAS DE LUTA QUE DECIDAM ADOPTAR.
mário
quarta-feira, 25 de março de 2015
UM NÚNCIO QUE É UM PRENÚNCIO
POR VEZES GOSTAVA DE SER CAPAZ DE ESCREVER ASSIM, NÃO É PARA TODOS.
MAS LÁ QUE GOSTAVA, SOBRETUDO QUANDO OS DEFENSORES DO PENSAMENTO ORTODOXO E OFICIAL, JULGANDO-SE PEQUENOS DEUSES CASEIROS, DA CULTURA OFICIAL E DO SEU STATUS QUO, QUEREM LIMITAR E CENSURAR A LIBERDADE E PENSAMENTO DOS OUTROS.
ESSE NÚNCIO É UM PRENÚNCIO, NÃO PODE SER DEMITIDO, DA CACA QUE O ACOMPANHA E APOIA.
AQUI FICA O LINK, ROUBADO AO QUERIDO AMIGO FERNANDO CAMPOS, PARA O, COMO SEMPRE, EXCELENTE POST:
http://ositiodosdesenhos.blogspot.pt/2015/03/o-secretario-ininputavel.html
A CARICATURA TERÃO DE VER LÁ, O TEXTO, ESSE, NÃO RESISTO A AQUI COPIAR:
"Se o secretário d’estado das Finanças Paulo Núncio não sabia o que passava na Direcção-Geral-do-Tesouro é mau. Se sabia, é capaz de não ser melhor. Em todo o caso, o homem é, segundo o comentador-martelo da têvêí, um “zero à esquerda”.
MAS LÁ QUE GOSTAVA, SOBRETUDO QUANDO OS DEFENSORES DO PENSAMENTO ORTODOXO E OFICIAL, JULGANDO-SE PEQUENOS DEUSES CASEIROS, DA CULTURA OFICIAL E DO SEU STATUS QUO, QUEREM LIMITAR E CENSURAR A LIBERDADE E PENSAMENTO DOS OUTROS.
ESSE NÚNCIO É UM PRENÚNCIO, NÃO PODE SER DEMITIDO, DA CACA QUE O ACOMPANHA E APOIA.
AQUI FICA O LINK, ROUBADO AO QUERIDO AMIGO FERNANDO CAMPOS, PARA O, COMO SEMPRE, EXCELENTE POST:
http://ositiodosdesenhos.blogspot.pt/2015/03/o-secretario-ininputavel.html
A CARICATURA TERÃO DE VER LÁ, O TEXTO, ESSE, NÃO RESISTO A AQUI COPIAR:
"Se o secretário d’estado das Finanças Paulo Núncio não sabia o que passava na Direcção-Geral-do-Tesouro é mau. Se sabia, é capaz de não ser melhor. Em todo o caso, o homem é, segundo o comentador-martelo da têvêí, um “zero à esquerda”.
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Todavia ninguém o demite. Nem a ministreza que o tutela, a salazarinha dos cofres cheios. Nem o primeiro-ministro, que viaja com o cagueiro em cima um livro sobre Salazar, demite os dois. Nem o presidente, que assegura “o normal funcionamento das instituições”, demite os três e se suicida.
Estamos nisto.
Aqui há tempos um outro secretário, o da cultura, mandou-o literalmente “tomar” no cu. Contudo, dito assim, em “brasileiro” (que é, como toda a gente sabe, a maneira adocicada de falar português), até parece que o Viegas lhe aconselhou um refresco. Enfim, foi lá uma coisa entre eles.
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O melhor mesmo é fazê-lo à antiga portuguesa, de antes do “acordês”. É menos açucarado mas mais apropriado para o que se lhe deseja. É assim:
-”Ó Núncio, vai levar no cu”.
Sim filho, no sítio onde o teu chefe tem o salazar.".
AGORA ATÉ UM DIA DESTES, VOU PARA A MANIFESTAÇÃO DE AGRICULTORES NA AGRO-BRAGA.
mário
CÂMARA DA GUARDA TAMBÉM USA EMBORA REITERADAMENTE AVISADA
Plataforma Transgénicos
Fora
2015/03/25
Comunicado
Agência
Internacional do Cancro acabou de publicar nova
classificação
O HERBICIDA MAIS
VENDIDO EM PORTUGAL AFINAL PODE CAUSAR CANCRO EM HUMANOS
A Organização Mundial de Saúde, através da sua estrutura especializada IARC - Agência Internacional para a Investigação sobre o Cancro sediada em França, declarou o glifosato (junto com outros pesticidas organofosforados) como "carcinogénio provável para o ser humano", nomeadamente. Esta classificação significa que existem evidências suficientes de que o glifosato causa cancro em animais de laboratório e que existem também provas diretas para o mesmo efeito em seres humanos, embora mais limitadas.*1
As implicações desta avaliação são profundas. Porque as decisões da IARC não são vinculativas, cabe agora aos governos e outras organizações internacionais tomar as medidas adequadas para proteger as populações. Considerando que este ano o glifosato está em processo de reavaliação na União Europeia, impõe-se a coragem de proibir o seu uso antes que as consequências se agravem.
A Organização Mundial de Saúde, através da sua estrutura especializada IARC - Agência Internacional para a Investigação sobre o Cancro sediada em França, declarou o glifosato (junto com outros pesticidas organofosforados) como "carcinogénio provável para o ser humano", nomeadamente. Esta classificação significa que existem evidências suficientes de que o glifosato causa cancro em animais de laboratório e que existem também provas diretas para o mesmo efeito em seres humanos, embora mais limitadas.*1
As implicações desta avaliação são profundas. Porque as decisões da IARC não são vinculativas, cabe agora aos governos e outras organizações internacionais tomar as medidas adequadas para proteger as populações. Considerando que este ano o glifosato está em processo de reavaliação na União Europeia, impõe-se a coragem de proibir o seu uso antes que as consequências se agravem.
A situação em Portugal é particularmente grave. Em 2012
aplicaram-se no país, para fins agrícolas, mais de 1400
toneladas de glifosato, e esse consumo tem vindo a aumentar: entre
2002 e 2012 o uso de glifosato na agricultura mais do que
duplicou.*2,3
O glifosato, comercializado em Portugal em diferentes formulações por empresas como a Monsanto, Dow, Bayer e Syngenta, entre outras, também é vendido livremente para uso doméstico em hipermercados, hortos e outras lojas e, lamentavelmente, usado com abundância por quase todas as autarquias para limpeza de arruamentos (uma das vias importantes de exposição das populações, segundo a IARC). A Plataforma Transgénicos Fora já em 2014 desafiou as autarquias a aderir à iniciativa "Autarquias Sem Glifosato" mas até agora apenas oito freguesias e quatro câmaras assumiram formalmente esse compromisso.** Neste momento as restantes terão muita dificuldade em justificar a sua inação.
O glifosato está até autorizado para aplicação em linhas de água para matar infestantes, muito embora o próprio fabricante reconheça a toxicidade para os organismos aquáticos, e o impacto negativo de longo prazo no ambiente aquático.*4,5,6 Apesar disso infelizmente não é rotina a análise ao glifosato em águas superficiais ou de consumo pelo que a extensão deste impacto não é conhecida no nosso país (ao contrário do que acontece em muitos outros países - em França, por exemplo, mais de metade das análises a águas superficiais em anos sucessivos revelou a presença de glifosato e do seu metabolito AMPA, o que levou o governo francês a reduzir as doses máximas autorizadas na agricultura).*7
O glifosato, comercializado em Portugal em diferentes formulações por empresas como a Monsanto, Dow, Bayer e Syngenta, entre outras, também é vendido livremente para uso doméstico em hipermercados, hortos e outras lojas e, lamentavelmente, usado com abundância por quase todas as autarquias para limpeza de arruamentos (uma das vias importantes de exposição das populações, segundo a IARC). A Plataforma Transgénicos Fora já em 2014 desafiou as autarquias a aderir à iniciativa "Autarquias Sem Glifosato" mas até agora apenas oito freguesias e quatro câmaras assumiram formalmente esse compromisso.** Neste momento as restantes terão muita dificuldade em justificar a sua inação.
O glifosato está até autorizado para aplicação em linhas de água para matar infestantes, muito embora o próprio fabricante reconheça a toxicidade para os organismos aquáticos, e o impacto negativo de longo prazo no ambiente aquático.*4,5,6 Apesar disso infelizmente não é rotina a análise ao glifosato em águas superficiais ou de consumo pelo que a extensão deste impacto não é conhecida no nosso país (ao contrário do que acontece em muitos outros países - em França, por exemplo, mais de metade das análises a águas superficiais em anos sucessivos revelou a presença de glifosato e do seu metabolito AMPA, o que levou o governo francês a reduzir as doses máximas autorizadas na agricultura).*7
O caso do Linfoma não Hodgkin
Um dos impactos concretamente identificados pela IARC foi entre exposição ao glifosato e um cancro do sangue: o Linfoma não Hodgkin (LNH). Muito embora não se possam atribuir todos os casos deste cancro a uma única substância, é relevante que Portugal apresente, dos 41 países europeus para os quais a IARC sistematiza informação, uma taxa de mortalidade claramente superior à média da União Europeia: é o sétimo país europeu onde mais se morre de LNH.*8 Além disso, a nível nacional o LNH é o 9º cancro mais frequente (1700 novos casos por ano), de 24 avaliados.*9,10
Mais investigação comprometedora
Publicado ontem mesmo pela Sociedade Americana de Microbiologia, um estudo científico sobre o glifosato e outros herbicidas demonstrou que estes químicos têm um outro lado negativo até agora ignorado: induzem resistência a antibióticos nas bactérias com que entram em contacto.*11 Do ponto de vista médico, e considerando o enorme desafio de saúde pública que a perda de eficácia dos antibióticos está a representar, não podem ter lugar numa sociedade desenvolvida quaisquer químicos que tornam mais fortes os microrganismos patogénicos.
Um dos impactos concretamente identificados pela IARC foi entre exposição ao glifosato e um cancro do sangue: o Linfoma não Hodgkin (LNH). Muito embora não se possam atribuir todos os casos deste cancro a uma única substância, é relevante que Portugal apresente, dos 41 países europeus para os quais a IARC sistematiza informação, uma taxa de mortalidade claramente superior à média da União Europeia: é o sétimo país europeu onde mais se morre de LNH.*8 Além disso, a nível nacional o LNH é o 9º cancro mais frequente (1700 novos casos por ano), de 24 avaliados.*9,10
Mais investigação comprometedora
Publicado ontem mesmo pela Sociedade Americana de Microbiologia, um estudo científico sobre o glifosato e outros herbicidas demonstrou que estes químicos têm um outro lado negativo até agora ignorado: induzem resistência a antibióticos nas bactérias com que entram em contacto.*11 Do ponto de vista médico, e considerando o enorme desafio de saúde pública que a perda de eficácia dos antibióticos está a representar, não podem ter lugar numa sociedade desenvolvida quaisquer químicos que tornam mais fortes os microrganismos patogénicos.
E quanto aos transgénicos?
Mais de 80% das plantas transgénicas produzidas no mundo (sobretudo soja, mas também milho) foram geneticamente modificadas precisamente para receber aplicações de glifosato. Isto significa um acréscimo adicional de resíduos deste herbicida na alimentação, aumento esse que se deve exclusivamente ao uso de OGM. Considerando que os primeiros transgénicos foram autorizados na União Europeia em 1996, não será coincidência que em 1999 a UE tenha aumentado em 200 vezes a sua tolerência aos resíduos de glifosato na alimentação (passaram de 0.1 para 20 mg/kg no caso da soja).*12 Fica assim evidente que os transgénicos pioram a exposição das populações a substâncias perigosas.
O glifosato apresenta agora uma única dúvida relevante: terão os governos, em particular o governo português, coragem para cumprir o seu dever de proteção da saúde da população? Não é fácil fazer frente a multinacionais com tanto poder como as dos agroquímicos e as das sementes transgénicas - consoante o destino legal que o glifosato vier a receber no seu processo europeu de reavaliação, assim saberemos quem realmente governa os destinos da sociedade.
* Todas as referências podem ser descarregadas aqui: http://tinyurl.com/ iarcroundup1
Mais de 80% das plantas transgénicas produzidas no mundo (sobretudo soja, mas também milho) foram geneticamente modificadas precisamente para receber aplicações de glifosato. Isto significa um acréscimo adicional de resíduos deste herbicida na alimentação, aumento esse que se deve exclusivamente ao uso de OGM. Considerando que os primeiros transgénicos foram autorizados na União Europeia em 1996, não será coincidência que em 1999 a UE tenha aumentado em 200 vezes a sua tolerência aos resíduos de glifosato na alimentação (passaram de 0.1 para 20 mg/kg no caso da soja).*12 Fica assim evidente que os transgénicos pioram a exposição das populações a substâncias perigosas.
O glifosato apresenta agora uma única dúvida relevante: terão os governos, em particular o governo português, coragem para cumprir o seu dever de proteção da saúde da população? Não é fácil fazer frente a multinacionais com tanto poder como as dos agroquímicos e as das sementes transgénicas - consoante o destino legal que o glifosato vier a receber no seu processo europeu de reavaliação, assim saberemos quem realmente governa os destinos da sociedade.
* Todas as referências podem ser descarregadas aqui: http://tinyurl.com/
** Ver o mapa em
http://tinyurl.com/ iarcroundup2
A Plataforma
Transgénicos Fora é uma estrutura integrada por onze entidades
não-governamentais da área do ambiente e agricultura (AGROBIO,
Associação Portuguesa de Agricultura Biológica; CAMPO ABERTO,
Associação de Defesa do Ambiente; CNA, Confederação Nacional
da Agricultura; CPADA, Confederação Portuguesa das Associações
de Defesa do Ambiente; GAIA, Grupo de Ação e Intervenção
Ambiental; GEOTA, Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e
Ambiente; Associação IN LOCO, Desenvolvimento e Cidadania; LPN,
Liga para a Proteção da Natureza; MPI, Movimento
Pró-Informação para a Cidadania e Ambiente e QUERCUS, Associação
Nacional de Conservação da Natureza) e apoiada por dezenas de
outras. Para mais informações contactar info@stopogm.net ou www.stopogm.net
Mais de 10 mil cidadãos portugueses reiteraram já por escrito a sua oposição aos transgénicos.
LEIAM, INFORMEM-SE E NÃO SE DEIXEM ENVENENAR POR ESTA CORJA DE IRRESPONSÁVEIS.
ATÉ DENTRO DA REDE NATURA, PORRA.
mário
terça-feira, 24 de março de 2015
GUARDA, POESIA E TEIAS DE ARANHA
O TEATRO DO CALAFRIO, QUEM HAVIA DE SER, ORGANIZOU MAIS UMA EXCELENTE SESSÃO DE POESIA, ERA O DIA DELA, POESIA, E HONRAVA-SE A MEMÓRIA DE
MANUEL ANTÓNIO PINA
PERANTE UMA SALA BEM COMPOSTA.
A POESIA, PARA MIM CLARO, É COMO UM BOM VINHO.
UM BOM VINHO PODE SABOREAR-SE MESMO POR UM PÚCARO DE BARRO.
UMA "PIZORCA" NUNCA SERÁ UM BOM VINHO MESMO BEBIDA POR UMA TAÇA DE PRATA.
INTERESSA-ME MAIS, MESMO MUITO MAIS, O CONTEÚDO DO QUE A FORMA.
A CULTURA, E A POESIA TAMBÉM, SÓ SE REALIZA PLENAMENTE COMO CONTRA-PODER.
O PODER, OU A SUA PROXIMIDADE, ABAFA-A, SUFOCA-A, ESTRANGULA-A, LIMITA-A, PODE MESMO MATÁ-LA.
NÃO GOSTO DE POESIA ESCRITA DE CIMA DO MURO À ESPERA DE VER PARA QUE LADO VAI CAIR, MUITO MENOS DE CIMA DA BURRA.
LEVEI, PARA LER DOIS POEMAS QUE NOJO, DE MÁRIO DIONÍSIO,e, ROTEIRO, DE SIDÓNIO MURALHA . DO CAMPO, ONDE VIVO, LEVEI ALGUMAS PEDRAS EM PALAVRAS.
QUE PRAZER ACRESCIDO QUANDO ALGUNS NÃO GOSTAM, É AÍ QUE A MENSAGEM SE CONSUMA E REALIZA.
NÃO SEI SE A DOR ERA NALGUMA PERNA, OU, APENAS, RAIVINHA MIÚDA.
TEMOS DE ESCORRAÇAR OS CENSURADORES, ANTES QUE ABUSEM.
MESMO ASSIM DEFENDEREI SEMPRE O DIREITO DOS OUTROS A EXPRESSAREM LIVREMENTE O PENSAMENTO, POR MAIS QUE DELES DISCORDE, OU OS ACHE IGNORANTES, SUBSERVIENTES OU ARROGANTES.
COMO MANUEL ANTÓNIO PINA ESCREVIA, EM RESPOSTA A UM DESBOCADO DESCABELADO, CITO DE MEMÓRIA : SE VEJO VIR UM CAMIÃO DESCOMANDADO E SEM TRAVÕES, POR INSTINTO DE SOBREVIVÊNCIA, ENCOSTO-ME E DEIXO-O PASSAR.
HOJE, QUERO AQUI DEIXAR MAIS ESTE:
pode tornar-se seca e dura não
porque seja pobre mas
para não contribuir para a riqueza oficial
pode ser a sua maneira de protestar de
tornar-se fraca já que tem fome
amarela de sede e sofrida
de pura dor que tem pode ser que
em troca abra os becos do delírio e as bestas
cantem atropelando-se vivas de
fúria de calor sem destino pode
ser que se negue a si mesma como outra
maneira de vencer a morte
assim como se chora nos velóriospoetas de hoje
poetas deste tempo
nos separaram da grei não sei que será de nós
conservadores comunistas apolíticos quando
aconteça o que vai acontecer mas
toda poesia é hostil ao capitalismo.
Juan Gelman
QUERO RECORDAR TAMBÉM ESTA CRÓNICA .
mário
quarta-feira, 11 de março de 2015
AGRICULTORES DA GUARDA NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA
A ADAG, Associação Distrital dos Agricultores da Guarda, RECEBIDA NA COMISSÃO DE AGRICULTURA E MAR, ONDE TEVE OPORTUNIDADE DE EXPOR OS PROBLEMAS QUE AFLIGEM OS AGRICULTORES.
AQUI FICA O REGISTO ÁUDIO:
http://www.parlamento.pt/ActividadeParlamentar/Paginas/DetalheAudiencia.aspx?BID=99675
mário
domingo, 8 de março de 2015
AGRADECIMENTO A CASAL DE CINZA
EM CASAL DE CINZA, NA CASA DOS MORDOMOS,
COM SALA CHEIA E ATENTA,
ATÉ ALGUMAS PESSOAS SENTADAS NO CHÃO,
CONVERSAMOS SOBRE COGUMELOS,
FOI UM PRAZER.
UM AGRADECIMENTO ESPECIAL AO SENHOR JOSÉ RABAÇA, PELO CONVITE E PELO APOIO, BEM COMO AO SENHOR LUÍS PELA ASSISTÊNCIA TÉCNICA.
BEM HAJAM.
mário
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