A demora deveu-se ao novo sistema da empresa,segundo o técnico.Liga-se,a comunicar a avaria,lá não sei para onde;Os operadores,parecem da geração dos 500,contratados por essas empresas esclavagistas que,além de mal pagos,são obrigados a uma delicadeza de pacotilha,chapa 12,5,comprada,em saldo,numa feira de inutilidades,made in usa.registam a avaria e cumunicam,sei lá para onde,ficando os utilizadores à espera dos serviços técnicos,também contratados a outra empresa,sabe-se lá de onde e,quase sempre,sem conhecer a região.
Um modelo de eficiência.
QUERO AGRADECER OS MAIS DE 150 EMAIL,QUE TINHA NA CAIXA DE CORREIO,A PERGUNTAR,PREOCUPADOS,QUAL O MOTIVO DA INTERRUPÇÃO.IREI RESPONDER DURANTE OS PRÓXIMOS DIAS,NÃO VOU COMETER A DESCONSIDERAÇÃO DE RESPONDER A TODOS COM UM TEXTO CHAPA 15.
ÀS DEZENAS DE CHAMADAS PARA O MÓVEL FUI,SENSIBILIZADO,AGRADECENDO.
Apeteceu-me pô-la hoje.
Verifiquei todas elas a descansarem de cabeça para baixo.
Já esta Melitaea,pelo contrário,descansava em posição horizontal.
Se ,ao menos,esta nação caminhasse a passo de caracol.Este é até acrobático,trepa à vegetação em busca de alimento.
Mas não,vai regredindo.
Não desistimos.
Lá estivemos a votar.
Lembrados daquela frase de um acampado:
"OS NOSSOS SONHOS NÃO CABEM NAS VOSSAS URNAS".
Sem esquecer estar a participar num jogo com regras viciadas e cartas marcadas.
GRITANDO.
Faz-me lembrar a "BORMELHINHA".
É uma vigarice com cartas,assim chamada por ser jogada com duas cartas pretas e uma vermelha,depois de rapidamente mudadas era preciso adivinhar onde estava a vermelha para ganhar.
Aparecia sempre nas feiras.
O habilidoso que deitava as cartas era ajudado por mais dois ou três que vigiavam e apareciam, como jogadores, para ganharem e assim incentivar as vítimas.
Claro,nunca ninguém ganhava nada,como sempre acontece nestas vigarices,a não ser os da banca e ajudantes.
As autoridades nunca apareciam.
O jogo era fácil de esconder e dissimular.
Descubram,pf,as semelhanças.
Um belo dia,um grupo de camponeses,fartos de verem os filhos e amigos roubados,pegaram nas bengalas e untaram-lhes o lombo.Só assim se viram livres deles.
Trago sempre uma bengala comigo.
mário
Verdade Mário. Deixou-nos preocupados. Apesar de tudo, fico contente que o motivo seja o que descreve. Contra esses sobrevive-se.
ResponderEliminarUm abraço.
Benvindo de volta à blogosfera!
ResponderEliminarTenho uma certa atracção por cobras, no entanto temo-as, por ignorância, não sei quais são venenosas. Gosto de as ver a uma distância confortável.
Esta cobra de ferradura é lindíssima.
Este país anda de facto de cabeça para baixo como as tuas borboletas, a passos de caracol como o que mostras, e venenoso, mas pela calada...
ResponderEliminarCada vez me sinto mais estrangeira neste país só de alguns!
(que ao menos tenhas resolvido os problemas técnicos:))) )