Existem duas espécies de "Subideiras",tão semelhantes que não me atrevo a arriscar,tanto mais jovens como estas.Aqui sem assumir a característica posição,como diz o nome,a subir.Têm movimentos parecidos com os dos ratos.
Quando se desequilibra lá se apoia na cauda o apoio usado para trepar.
E lá ia olhando,desconfiada mas firme,agarrando-se com unhas e dentes,bem,unhas e cauda,sem vacilar,ou ter medo.
Mesmo em posições íngremes e muito difíceis.
A sua posição característica.
Ainda não ficou convencido,hesita em ir à luta?
Aí está o incentivo.
VAMOS CELEBRAR O 1º DE MAIO GRITANDO,até que nos ouçam,EM FESTA.
mário
segunda-feira, 30 de abril de 2012
domingo, 29 de abril de 2012
CARTAXO E OS FILHOS
O Cartaxo lá continua a criar a ninhada.Com a chuva tardia as presas não abundam por isso até uma Bicha-cadela serve.
Apanha-a bem junto à cabeça porque possui duas potentes pinças,mas na extremidade da cauda,que podem causar algum dano.Este interessante insecto possui também asas,embora pequenas,permitem-lhe voar.
Hoje é Domingo,grande novidade,vem aí o 1º de Maio,não é?,por isso deixo aqui Eduardo Galeano,para despertar os dormentes.
mário
Apanha-a bem junto à cabeça porque possui duas potentes pinças,mas na extremidade da cauda,que podem causar algum dano.Este interessante insecto possui também asas,embora pequenas,permitem-lhe voar.
Hoje é Domingo,grande novidade,vem aí o 1º de Maio,não é?,por isso deixo aqui Eduardo Galeano,para despertar os dormentes.
mário
sexta-feira, 27 de abril de 2012
NAZIS
Até as aves gritam e se revoltam,
desconfiadas,mas lutadoras,elas sabem,a luta sempre foi de vida ou morte.
É um menir.Está próximo de Meda.
Um dos significados possíveis é a fecundidade,enterrado no solo,como um grande falo,fecundava-o.
* *
Os nazis,têm vários rostos mas,são todos iguais,quer seja em GUERNICA,ORADOUR-SUR-GLANE,Lisboa,Porto ou uma pequena aldeia do interior.
Hoje quero lembrar GUERNICA e,como não seria capaz de fazer nem sequer tão bem,fica aqui a homenagem aos mártires,todos,roubada ao excelente belogue QUATRO ALMAS.
Eles andam por aí,cada vez mais descarados e afoitos,é preciso e urgente corrê-los.
QUE O MENIR OS FECUNDE.
mário
desconfiadas,mas lutadoras,elas sabem,a luta sempre foi de vida ou morte.
É um menir.Está próximo de Meda.
Um dos significados possíveis é a fecundidade,enterrado no solo,como um grande falo,fecundava-o.
* *
Os nazis,têm vários rostos mas,são todos iguais,quer seja em GUERNICA,ORADOUR-SUR-GLANE,Lisboa,Porto ou uma pequena aldeia do interior.
Hoje quero lembrar GUERNICA e,como não seria capaz de fazer nem sequer tão bem,fica aqui a homenagem aos mártires,todos,roubada ao excelente belogue QUATRO ALMAS.
Eles andam por aí,cada vez mais descarados e afoitos,é preciso e urgente corrê-los.
QUE O MENIR OS FECUNDE.
mário
quarta-feira, 25 de abril de 2012
REVOLUÇÃO
Porque vi hoje tanto bandalho,daqueles que tudo fazem para destruir ABRIL,de cravo vermelho ao peito,ufanos na sua imbecilidade subserviente e arrogante,fica uma papoila.
Com tanta ameaça e provocação ainda teremos de ir comemorar a Espanha?
BONS VENTOS.
* *
Lembro-te.
Ergo-te acima da linha de fogo dos assassinos,
num abraço rubro,
forte,
sem empalidecer
como as vidas oferecidas.
Alto
como um desígnio
íngreme,
caminho de pedras de sangue
Sem vacilar
por ti e
por mim.
mário
Com tanta ameaça e provocação ainda teremos de ir comemorar a Espanha?
BONS VENTOS.
* *
Lembro-te.
Ergo-te acima da linha de fogo dos assassinos,
num abraço rubro,
forte,
sem empalidecer
como as vidas oferecidas.
Alto
como um desígnio
íngreme,
caminho de pedras de sangue
Sem vacilar
por ti e
por mim.
mário
terça-feira, 24 de abril de 2012
UM DIA DE ABRIL
Fotografia de Paula Pereira
Ontem foi um dia de Abril e para Abril.
Tive o prazer,a recompensa e a consolação de,a pedido da Escola de Vila Franca das Naves,poder conversar com alunos de três turmas.Um encanto,ver alunos atentos e interessados,fazer perguntas,conversar,sobre borboletas,aves,flora,biodiversidade,afinal sobre um rumo diferente para o mundo,uma vida melhor.
Um dia de Abril.
Vou continuar a conversar,com outros alunos,quinta-feira.
Ainda tive a excelente oportunidade de assistir,na FNAC em Viseu,ao lançamento do livro de poesia do amigo Américo Rodrigues "acidente poético fatal".
O ponto alto,a leitura de alguns poemas pelo autor.
Não,não vou misturar nenhum comentário às brutalidades que por aí andam.
Depois de tudo isto,essas alimárias ficam tão pequeninas,terão na história o lugar dos vermes.
Mas,porque amanhã é dia de comemorar a REVOLUÇÃO DOS CRAVOS,deixo um texto de um amigo:
"
Ontem foi um dia de Abril e para Abril.
Tive o prazer,a recompensa e a consolação de,a pedido da Escola de Vila Franca das Naves,poder conversar com alunos de três turmas.Um encanto,ver alunos atentos e interessados,fazer perguntas,conversar,sobre borboletas,aves,flora,biodiversidade,afinal sobre um rumo diferente para o mundo,uma vida melhor.
Um dia de Abril.
Vou continuar a conversar,com outros alunos,quinta-feira.
Ainda tive a excelente oportunidade de assistir,na FNAC em Viseu,ao lançamento do livro de poesia do amigo Américo Rodrigues "acidente poético fatal".
O ponto alto,a leitura de alguns poemas pelo autor.
Não,não vou misturar nenhum comentário às brutalidades que por aí andam.
Depois de tudo isto,essas alimárias ficam tão pequeninas,terão na história o lugar dos vermes.
Mas,porque amanhã é dia de comemorar a REVOLUÇÃO DOS CRAVOS,deixo um texto de um amigo:
"
Hiristos
Anesti!
Hristos
Vosskresse!
Hristos
a Înviat!
E
reafirmada esta certeza fundamental,
Ilustres
e corajosos meninos e ilustres e corajosas meninas:
Acabo
de ver o título do DN em cujos termos a PSP (!) prepara “tolerãncia zero”(!)
para o 25 de Abril(!)... Imagine-se. Sugiro portanto que, imediatamente, se
delibere sobre a tolerência zero face à PSP, face ao Sr. Ministro da
Administração Interna e face ao sr. Presidente Rio, procedendo-se à notificação
prévia, por comunicado público com cópia expedida a suas excelências por mail e
correio.
Com
efeito, a vacuidade moral de lumpen que tem caracterizado as recentes
intervenções da PSP em Lisboa e no Porto faz vagamente lembrar a horda bárbara
que os conservadores sabiam usar –à margem da intervenção institucional, todavia
- durante as convulsões sociais alemãs do principio do século passado, como nos
testemunha Jünger.
Ora,
justamente, a uilização do lumpem é sempre repulsiva, mas a fusão dessa conduta
com a pretensa respeitabilidade institucional, torna-se simplesmente
intolerável.
É
pois preciso recordar que em República não há dignidade superior à de cidadão e
que os agentes devem a todo e qualquer cidadão a cortesia (protocolarmente e
cerimonialmente) devida a oficiais superiores, estando circunscritos ao uso
proporcionado da força no âmbito do cumprimento da Lei -à qual todos os
cidadãos estão vinculados como modo de obediência a si próprios – no quadro da
absoluta impossibilidade (lógico-normativa) da subordinação pessoal de qualquer
cidadão seja a quem for.
O
quadro das agressões à bastonada de raparigas ou mulheres de costas, as
agressões a ponta-pé a rapazes no chão (ou o disparo de tasers sobre pessoas
caídas) a danificação de bens e equipamentos (máquinas fotográficas atiradas ao
chão, por exemplo) são condutas que em bom rigor permitem a detenção em
flagrante dos agentes policiais no local e a legítima defesa, compreendendo a
legítima defesa de terceiro (para dizer o mínimo).
As
condutas em referência também dão causa de pedir em acção de indemnização contra
o Estado, contra os comandos e designadamente contra o Sr. Ministro da
Administração Interna, a Direcção Nacional da PSP e os funcionários e agentes
directamente actuantes em tais distúrbios, se ocorrerem como (infelizmente) têm
ocorrido.
A
simples presença de forças em número exagerado corresponde a nosso modesto olhar
a uso desproporcionado da força –ainda que só de forma intimidatória, sendo em
todo o caso ilegítima qualquer intimidação quanto ao exercício de Direitos
Fundamentais, como o de manifestação- e essa presença, neste quadro já
habitual de intervenção (suficientemente demonstrado pelas imagens televisivas
difundidas e pelo depoimento escrito de jornalistas presentes), é o preliminar
perfeito do que um “rigoroso inquérito” posterior virá a concuir ser “culpa” das
vítimas. E nisso também não há nenhuma novidade – sublinhado que se faz no
espírito da melhor colaboração - face à experiência quanto à estrutura
argumentativa dos delinquentes em juízo criminal. É frequente que enunciem a
convicção em cujos termos a culpa é das suas vítimas. (Na violação, na violência
doméstica, na tortura, no proxenetismo, na burla, como no assédio moral, essa
estrutura argumentativa é tão comum que já não impressiona ninguém e muito menos
os advogados, procuradores e juízes).
Temos
a noção do verdadeiro lirismo que seria contar com o MP nestas matérias e nesta
fase. Mas subsiste o Juiz Cível com a estricta obrigação de imparcialidade – e o
procurador junto do Cível fará quanto entenda relativamente à prova aí
produzida, porque não nos parece que, havendo crime, ele possa ser classificado
como particular ou semi-público – subsiste também o Tribunal Europeu dos
Direitos do Homem. Isto não pode continuar a acontecer.
E o
que mais nos faltava era que a PSP ousassse deixar sob intimidação prévia quem
se prepara para reafirmar politicamente a queda da ditadura nacional-católica
(que em muitos aspectos nos parece mais radical que os fascismos). Uma tal
manifestação da polícia traduz nem a indigência intelectual e a desadequação
radical da sua direcção face aos pressupostos jus filosóficos do sistema. Tal
conduta institucional não é compatível com a democracia parlamentar, nem o voto
expresso autoriza tal prática institucional (alheia a qualquer programa
eleitoral votado).
Independentemente
do facto da PSP ter como igreja oficial a Igreja Católica e de nesse âmbito não
rarearem os nostálgicos, isto não é tolerável. Simplesmente.
Tal
circunstância não admite, é certo, uma providência cautelar a exigir do Governo
(e das suas forças policiais com frequente conduta de lumpen) o cumprimento
estricto da Lei, porque isso é um pressuposto, hoje ridiculo e esvasiado de
conteúdo útil, mas um pressuposto formal, não obstante. Resta-nos portanto
assegurar que os responsáveis politicos e operacionais comparecerão em acção de
indemnização se derem causa a danos cuja ressarcibilidade se torne
necessária.
Isto
é quanto decorre da Revolução Francesa, que propiciou a libertação da gleba aos
Santos, aos Dias e aos Alves que com tanta frequencia integram os comandos
policiais, os ministérios e até as magistraturas. De modo que carece de sentido
pôr em causa esta estruturação normativa, sem que esses Dias, Alves e Santos se
predisponham a regressar à gleba da qual os libertou a Revolução. Se é por isso
que se batem, esses inteligentes dirigentes das “forças da ordem” (jamais
concedendo), também a isso lhes diremos que não. Não aceitamos a ausência de
direitos em razão da condição social do nascimento. Nem em relação a eles.
Ficando
isto dito, já se vê, com a renovada expressão do nosso mais afectuoso respeito
(aliás tão conhecido que sobre a sua natureza e alcance se não admitem quaisquer
dúvidas).
Façam
isto, ou alguma coisa assim, sim? E contem comigo para a
sequência.
Beijos
e abraços conforme os usos"
SEM MEDO VAMOS LEMBRAR ABRIL E GRITAR A NOSSA REVOLTA.
mário
domingo, 22 de abril de 2012
CAMPOS DE CONCENTRAÇÃO!
Esta Escrevedeira-de-garganta-preta canta,ou grita,em total liberdade.
O Cartaxo é a companhia da horta,não tem qualquer receio de se aproximar,atento,à espera da refeição desenterrada na sacha.
E ela aí está uma rosca.Vai levá-la aos filhotes.
Sempre gostei de ser camponês,compreendemo-nos bem.
Quando li nem podia acreditar.
Também já haverá por cá?
Ou gritamos agora,quando parece só afectar os emigrantes,ou,não tardará estamos lá todos.
A SOLIDARIEDADE DO NAZISMO.
AQUI
mário
quarta-feira, 18 de abril de 2012
"ANTHOCHARIS CARDAMINES"
É rara nesta altitude.
jà a tinha observado sem conseguir fotografá-la,é arisca.
Desta vez fui ajudado pelo vento,poisou e tentava segurar-se para não ser arrastada.
Alimenta-se nas cruciferas.
Aqui de asa fechada.
A natureza surpreende sempre,quanto mais os velhacos tentam destruir tudo,mais exemplares vão surgindo,talvez a fugir deles.
Quando o fascimo aparece,já sem vergonha nem rebuço,por aí,é necessário afirmar ABRIL.
Deixo o atalho para a petição a favor da construção de um monumento a José Afonso:
http://www.peticaopublica.com/?pi=P2012N23482
Para quem quer comprar produtos portugueses fica o atalho para uma músiquinha elucidativa:
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=BvanjY-nFo8
Além de acordarem abram os olhos,ou depois não se queixem.
mário
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